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Sinais de Vida

O livro “Sinais de Vida”   É uma obra única em que a autora dá a palavra aos que viveram a Guerra Colonial, cabendo-lhe a ela coligir e enquadrar tematicamente os milhares de cartas e aerogramas   de que resultou, naturalmente, este livro. “Um trabalho entusiasmante, sem paralelo em relação à Guerra Colonial, possível modelo para outros projetos que se escondem em muita outra correspondência guardada em casa de muitos ex-combatentes ou na posse dos seus descendentes”, como diz Aniceto Afonso no prefácio. O que está escrito nesta correspondência são relatos genuínos, quase sem filtros, como que reportagens em direto das frentes de combate e da retaguarda. Digo quase sem filtros porque os combatentes tinham a preocupação de selecionar os conteúdos de acordo com os destinatários: se era para os familiares mais próximos “escondiam” a dureza da vida que passavam, provocada pelas ações de guerra e pelas carências de toda a ordem; se era para amigos também combatentes toda ess...

Combatentes

E x -combatente ou   para sempre combatente? Cresci a desfolhar um álbum de capa preta com fotos da Guiné Bissau, fazia perguntas que o meu pai não respondia... O álbum não estava escondido mas também não estava num sítio de fácil acesso. Acabava por ser um não assunto... Já estava eu a estudar na Universidade quando por causa de um complemento que foi criado o meu pai procurou a sua cédula militar com a qual fui a Faro solicitar o seu tempo de Ultramar (que foi de mais de 4 anos) e não se voltou a tocar no assunto. Não cresci a ir a almoços, nem jantares de reencontros, de reavivar memórias e acabei por durante anos não saber nada sobre estes tempos do meu pai. Já trabalhava eu no Centro de Saúde de Albufeira quando conheci um segurança que por coincidência fazia anos no mesmo dia do meu pai, inclusive nascido no mesmo ano. Um dia que fomos beber um café encontramos o Sr. Justino e eu apresento o meu pai, começam a falar e ambos tinham estado na Guiné Bissau. E pela primeira...

Ata Assembleia de Freguesia de Alte, nº 15 2012

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Ata Assembleia de Freguesia de Alte, nº 15  2012

Ata Assembleia de Freguesia de Alte ata nº 17 2013

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Assembleia de Freguesia de Alte Ata nº 17 Ano 2013

Ata da Assembleia de Freguesia de Alte Ata nº 4 2014

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Ata nº 4 ano 2014 Assembleia de Freguesia de Alte

Entrevista do Presidente da Junta de Freguesia de Alte, Sr. António Martins

José Vitório/Victor João Ecos/AL-TV   –  Quem é o cidadão, António Martins? Não tendo ligações ao Algarve, como veio e porque resolveu ficar em Alte? António Martins: - Estava longe de vir para cá morar. Sempre disse que o último sítio do país para onde iria viver um dia seria para o Algarve. Porquê? Quando se vive em Lisboa, longe do litoral, e se fala do Algarve… Verão, praia, confusão! Então para sair da confusão para vir para a confusão, então, não! Esperava ir para qualquer parte do país, menos para o Algarve. Então, um dia, a minha esposa que estava desempregada, chegou a casa e disse-me: "Arranjei trabalho!". "Boa!", disse-lhe, "Para Onde?". "No Algarve", respondeu. Deve calcular como fiquei. Pensei para comigo “Pela boca morre o peixe”. Mas, como a minha esposa precisava de trabalhar, claro, tínhamos de vir para o Algarve. Então conversámos, mas… coloquei uma condição: viríamos para o Algarve, mas para a Serra. Ecos/AL-TV...

Ata nº4 Freguesia de Alte ano 2018

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Assembleia realizada no dia 27 de Junho de 2018